HISTÓRIA DA CIDADE
A partir de 1700, a colonização e povoamento da Capitania de Sergipe expande-se pela zona sertaneja. Segundo a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, a primeira incursão na área territorial de Pedra Mole foi feita por Manoel Alves da Silva, que obteve por alvará, de 25 de outubro de 1713, a sesmaria de uma légua de comprimento por três de largura, começando no Rio Salgado, que deságua no Rio Vaza-Barris.
Em 1890, a família francesa Ettingers fundou na região uma fábrica de beneficiamento de algodão. O exemplo e o entusiasmo dos dois pioneiros, Gootchaux Ettinger e seu sobrinho Gabriel Lazar Ettinger, foram atraindo pessoas da circunvizinhança que desejavam prosperar.
O desenvolvimento foi relativo, por causa da falta de transportes regulares e rápidos que permitissem o escoamento da produção para os mercados do litoral. Até hoje Pedra Mole sofre por falta de uma rodovia asfaltada, já que é a única cidade que tem acesso somente por estrada de barro, mesmo assim em péssimas condições.
Pedra Mole, como suas cidades vizinhas, deixou de se desenvolver também pela falta de chuvas e com os processos rudimentares da agricultura que reduzem e encarecem a produção.
Significado do Nome
Os pedra molenses têm várias versões sobre o surgimento do nome da cidade. Uma delas é que alguns moradores encontraram pedras com a marca da pata de um animal e de um pé de uma pessoa, e disseram que as pedras eram moles. Outros acreditam que viajantes marcavam como ponto de encontro o lugar das pedras moles. Sabe-se, com certeza, que onde hoje é a cidade havia pedras relativamente fofas, mas que hoje não existem mais.
TURISMO
Apesar de estar às margens do Rio Vaza-Barris, a cidade é abastecida pelo Rio São Francisco. O Vaza-Barris também não é utilizado para a irrigação, e a população quer que seja construída uma barragem, para aproveitar as cheias de verão.
CARACTERÍSTICAS
Atividades econômicas: agricultura (milho, feijão, mandioca, fava), além da criação de bovinos.
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